WebNovels

Chapter 2 - Inferno-parte2

" Por que estou aqui? Qual é o meu propósito? Depois de tudo oque eu vivi este é o mim em que realmente deveria sentir a magia do mundo paralelo..."

- saí javali, porra , eu odeio esse mundo, porra!!!

A floresta é coberta por uma neblina com muita densidade de fazer uma pessoa andar pra trás. Léo foi integrante usando o giro pra se auto desorientar assim entrando e escapando do ciclope.

Ele se protege entrando no ninho de uma raposa o javali selvagem que tinha uma crina de fogo e olhos ameaçadores e vermelhos se encolheu e recuou.

Então Léo nota o lugar onde está e engole seco, ele adentra o ninho e vê uma cidade por trás casas feitas de ossos gigantescos que lembravam a besta do deserto que quase o matou isso significa que eles são fortes.

Ao colocar seu pé na vila surgem das sombras criaturas humanidades com feições maduras e experientes eles aparecem do nada. Léo se assusta , as orelhas pontudas e corpos esguios, junto de lindos e deslumbrantes cabelos brancos, sem dúvida esses eram os elfos.

Um deles de maneira ríspida fala surpreendendo Léo.

- quem é você? Humano.

Ao ouvir isso um fio de esperança surge, fazendo o jovem se perguntar diversas coisas para si mesmo.

" Como eles sabem falar português? Será que... A minha mãe também veio para este mundo? Bom ela é professora de português então né !? "

Ao se perder em seus pensamentos os elfos se emfurecen e um deles reformula.

- responda a nossa pergunta humano, não iremos repetir !

- calma , eu sou Léo Silva...sou um viajante.

- e essas roupas de baixo de seu manto?

Léo se espanta com a cautela e versatilidade dos elfos, ao ponto de questionar até o que está debaixo do manto.

Os elfos se incaram e então largando seus arcos derrubam-nos ao chão, isso deixa Léo surpreso, ele fica sem entender nada ,confuso e temendo não saber o que isso significa , se recompôs e disse.

- caros amigos elfos, por favor, retirem seus arcos do chão, esse objeto é para soldados e heróis corajosos, se estiverem me testando, peço desculpas, pois este não era o lugar que eu estava procurando.

Então todos eles se derretem e isso dá um susto em Léo. Do alto de uma árvore ouviu cochichos.

Eles ouvindo isso, começaram a rir ao notar que Léo não era hostil pois haviam apostado que ele ao ver todos se rendendo seria arrogante e no meio da ilusão das trevas começaria a tentar os ordenar.

Então ele é acompanhado pelos elfos que agora lhe tratavam como um amigo.

Ele adentra um salão com um teto da mais fina madeira, havia um grande espaço entre o corredor e uma mesa que de longe era pequena porém ao se aproximar ele nota a extensão de seu tamanho que era ridícula mente que o próprio caule da árvore. Nas paredes tinham pinturas semelhantes a riscos de garras de animais selvagens a tinta vermelha era como se estivesse contando uma história até chegar naquela mesa com nove cadeiras.

Léo se encosta em uma parede e eleva seu olhar vendo um cristal de cor âmbar no teto como se fosse um lustre.

Ele se maravilhou com tudo que vou, e notando uma janela ele deslumbra diversas casas no topo e em galhos das árvores , um brilho reluzente filtrava como uma pintura divina a toda a vila de elfos.

Então um após o outro diversos elfos homens e mulheres surgiram de uma única porta que Léo não havia notado que existia alí, os velhos anciões o incaram, ele se treme todo.

- então "viajante " , o lhe tras até a vila oculta da raposa branca?

- bom eu...

Léo rapidamente é interrompido por uma mulher que friamente lhe adverte.

- antes que responda, eu lhe aconselho a não mentir ou inventar qualquer desculpa, o reino humano assinou um tratado de divisa conosco . desda terra do deserto até aqui nenhum humano sem ser comerciante deveria por os pés aqui.

Ela emanava uma aura quase invisível para ele e um dos homens parecendo ser o mais velho diz.

- com isso diga-nos quem és tu?!

Isso coloca Léo em uma situação desconfortável que tenta pensar em algo rapidamente mas ele se sente pra baixo ao lembrar de algo recente, a traição de sua namorada.

Ele fecha seus punhos e respira fundo e detalha de onde veio oque aconteceu e de como veio para alí, não mencionando que ele veio de outro mundo.

Os elfos se compadecem dele e notam sua sinceridade.com isso ele é levando até um xamã que o cura, seu braço quebrado era reposto no lugar sem dor alguma. Ele recebe um tratamento de purificação já que as bestas da areia tinham um veneno poderoso em suas mandíbulas que escorria para os dentes de fora.

Em alguns segundos nem mesmo ele acreditava que poderia estar tão bem.

- isso foi muito estranho, desde que cheguei aqui sofri muito mas agora parece que tudo valeu a pena viver.

Ele falava enquanto se banhava em uma das cachoeiras daquela vila, ele soltava alguns suspiros e continua.

- eu... tô tão feliz que nada foi em vão... Que merda !

De alguma forma se lembrar de sua ex namorada ainda o machuca profundamente, ele não entendi, como nem o do por que, mas sente saudades dela mesmo no mundo paralelo.

- Isabela...

Ele chora só que dessa vez lágrimas de sangue escorriam de seus olhos que descoloriam sua ires ficou azul e o resto negro.

Enquanto chorava notou algo boiando aquilo era um crânio humano, isso deixa Léo transtornado e ele grita , seus olhos voltam ao normal, duas jovens empregadas aparecem e também se assustam com o crânio e também ao verem o corpo nu de um homem pela primeira vez.

Então ambos os três são levados até o grande salão novamente, Léo queria saber como um crânio humano surgiu alí e porque essas moças lhe observavam.

- vocês não disseram que nenhum humano exceto comerciantes poderiam estar aqui? Esse cara parece que morreu relaxando um pouco na cachoeira.

- que humano rude.

- realmente um homem rude e bárbaro.

Comentaram as jovens elfas, isso deixa constrangido não querendo lhes dirigir a palavra pois sentia muita vergonha agora. Um dos anciões usando magia levitando o osso da cabeça, e disse com confiança.

- jovem, você não tem bons olhos, isso é um crânio de gremlin.

- como pesamos querida irmã era um gremlin.

- sim, realmente um gremlin.

Então ouvindo isso Léo se acalma eo ancião lhe devolve o crânio e diz.

- alguns comerciantes dizem que trás sorte quando usado com o fio vermelho.

- ah... Certo, me desculpem pelo transtorno...

- garoto, cala a boca e vai dormir , porra, tudo já foi resolvido agora desaparece daqui ...você acha que é fácil manter a beleza de pé por 100 anos? Aham... Puta merda, eu perdi a compostura, ah foda-se , boa noite.

Então Léo volta para um lugar perto da cachoeira ali foi onde os xamãs o cuidaram, em uma árvore grande porém muito jovem e em seu galho mais forte havia uma cabana feita de barro e cascalho forrada com um tecido veludo e velho, e as empregadas vigiavam o lado de fora.

More Chapters