WebNovels

Chapter 7 - Isso é um... inferno mesmo ...

Então um grito agonizante junto de um som de carne sendo esmagada era emitido ,terrível, um arrepio circulou a espinha dos amfibios.

- isso é uma brincadeira aos olhos daquele monstro...

A névoa se destorce e então a raposa abre sua boca para matar o último inimigo vivo, porém uma enorme flecha semelhante a um arpão feito de madeira, atravessa as patas traseiras da criatura que morte somente a metade do corpo do ser escamoso.

- hahaha, filha acho que o papai não vai voltar pra jantar hoje...

O soldado chora sofrendo por causa da perca de sangue, ele alucinado, delira com uma promessa que fez a sua filha de 8 anos.

O anfíbio cai ao chão morto e a névoa melancólica e carmesim se desfaz.

Helena e Valentina, são empregadas de uma casa relativamente nova, sua senhora rose é uma anciã que tem uma ambição de se tornar uma monarca sobre a floresta.

Elas desde pequenas são treinadas e doutrinadas para fazer qualquer coisa que sua senhora mandar, ordenar ou emitir, hoje elas por rações óbvias, estão de vigia no lugar dos guardas, elas viram a algumas horas atrás um homem e outras criaturas que não fugiram ou se acovardaram-se diante da importância da raposa branca.

Aos poucos o Sol foi caindo e a névoa trouxe um clima tenebroso e terrível, Helena pensa no homem de antes com muita curiosidade ela nunca viu alguém com tanta confiança e certeza que ele era perigoso. Valentina dormiu, sonhando com a época em que eram crianças, ela e sua irmã fugiram de casa pois seus pais lhes exploravam colocando-nas para trabalhar, elas foram perseguidas até que alguns guardas interceptaram-nos e antes que acontecesse o pior uma figura nota os calos nas mãos das jovens e seus olhares amedrontados, essa pessoa compra ambas as garotas eo pai delas vai embora satisfeito, isso foi como ver pelos olhos de uma vaca ao ser vendida pelo dono, aquilo para ela foi ...

- ... Nojento !

Valentina acorda e vê sua irmã de pé e nota seu desconforto, ela se levanta vendo que a neblina estava bem mais densa que o normal , sua irmã tremia diante de uma visão assustadora , Valentina não se abala por mais que tenha tremido no início ela tem ser corajosa, e se coloca ao seu lado e fala .

- calma, isso deve ser um sinal... Vamos expulsar qualquer ameaça que apareça.

Helena fica preocupada e teme que isso esteja relacionado ao homem de antes, mas fica um pouco tranquila graças a sua irmã.

A noite finalmente havia chegado, elas aos poucos foram perdendo a visão do caminho, porém ouviram os passos, e então esperaram pelo melhor momento até que todos param de repente.

" Isso é ruim. Um deles deve ter nos percebido...droga."

Ela então fala algo no ouvido de sua irmã e ela acena com a cabeça, então na frente do exército Valentina surge e alveja todos os alvos possíveis, enquanto sua irmã eliminava boa parte dos que estavam na retaguarda porém um dos amfibios avançava feroz, ele se protege com um escudo de carne feito dos restos dos cadáveres, ele chega bem perto dela e tenta lhe acertar um golpe de espada, porém erra, a elfa era veloz em seus movimentos, havia uma expressão famíliar no rosto daquela criatura diante dela, algo que faz seu coração bater forte, ela tenta ignorar essas inconveniências, aquilo era uma luta de vida ou morte, nada mais nada menos.

Na retaguarda Helena fica em choque e vê algo estranho uma máquina bem primitiva porém parecia eficaz contra algo grande, ela fica pensando em quem poderia ter ensinado o povo anfíbio a criar aquilo ela ainda destruída não nota alguns anfíbio atrás dela. E enfim ela deduziu.

- aquele homem! Eu sabia, ele tem que ser morto...

Então após dizer isso ela é desmaiada graças a um porrete, um deles reclama por não mata-la de um vez, um deles começou a bater nela repetidas vezes cheio de ódio enquanto falava em seu próprio idioma, os outros não querendo que isso fosse mais longe tentam lhe acalmar, ele chora, e logo continuam eles vem que a neblina vermelha estava fraca e começaram a preparar o dispositivo , e finalmente enxergando a raposa eles atiram lhe derrubando.

Na cultura dos amfibios quando alguém importante morre seus retos mortais são queimados e derramados em uma grande cachoeira onde dizem que uma entidade vivia, isso para eles era algo que valia mais que a morte, um funeral digno onde todos poderiam sentir a presença de quem já se foi pela última vez.

Valentina desviava dos ataques violentos do seu oponente e sempre interceptava um ataque crítico nele de maneira efetiva, mas ele continuava de pé, então um som alto foi ecoando destruindo ela, o amfibio se aproxima dando lhe uma cabeçada e em seguida um soco no estômago, ela cai de joelhos vomitando sangue, ele ergue seu pé e pisa em sua cabeça depois a juta no queixo a desmaiando.

Então de todos os seus soldados apenas a metade deles restou. O jovem se aproxima e diz.

- essa criatura?

- vamos mata-la, será um aviso, pra que nunca mais encostem um dedo em nosso povo.

- sim , senhor!

O líder avança sozinho depois de ouvir seus subordinados, eles então se aproximam da raposa branca e com um olhar frio e malicioso eles, começam a enfiar espadas nela, batendo em suas costas, cutucando suas feridas abertas, causando lhe cortes com objetivos pontiagudos, isso durou por muito tempo.

Do lado de fora da tumuntuada floresta os pequenos homens de mantos marrons criavam poesias em torno de um sentimento melancólico e ganancioso.

- "não, não, não tereis misericórdia ou clemência , devolva a nós a esperança, por que? por que? Nossos vizinhos nos roubam ?"

- " ò linda lua, pois tu não seria a culpada, trouxe a beleza até os que rastejam, e então os enforcou no escuro com sua ausência."

- " tolos, pobres, carentes de conhecimento ou tato, sofram com a dor da ignorância do passado!"

- " quem são os Santos? quem são os diabos? Eles são nós! foi feito em pecado, então se cubra com o seu erro nojento e aceite a si mesmo."

- " se com sangue foi feito então com sangue será quebrado."

- " que o divino esteja ao redor dos ímpios, para que nunca pereçam e sim vivam no eterno."

- " vida é uma escola, aprendam a viver, sejam felizes ou não, podem escolher. Em qualquer direção..."

Enquanto isso, os anciãos se preparavam para o combate eminente, suas tropas estavam posicionadas perfeitamente, então eles ouviram o som de passos, isso deixou os arqueiros nervosos pois a pressão do andar desse ser era gigantesca, uma presença chegou até o portão do grande salão a porta estava trancada e lacrada, porém uma força monstruosa quebrou as trancas e amassou o ferro do portão aos poucos foi quebrando até entrar, um jovem alto com olhos dourados.

Esse era kopa filho do herói dos amfibios, ele anda em silêncio notando a indiferença na atmosfera e diz exigindo.

- devolvam , para nós, o que é nosso de direito.

- lamento mas não há nada para vocês aqui !

- vá embora e não teremos que fazer um massacre com seu povo!

- elfa imunda. Como se atreve a ameaçar a minha gente.

Senhora rose e outro ancião tentaram, porém, viram tudo isso com olhar de pena e medo, óbvio, alguém havia manipulado ele pra ir até lá, isso é uma mensagem ou melhor um aviso.

" Quero destruir vocês"

More Chapters