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Chapter 1 - Sir of the supreme ball purpure.

CAPÍTULO 0 :

" Eu não acredito no que eu fiz… esse foi o meu primeiro beijo! Ela só veio e… e…e…meu Deus, eu tô tão feliz! "

Um jovem adolescente corria para fora da escola, seu rosto estava vermelho, em poucos momentos ele dava alguns pulinhos!

Seus olhos brilhavam de emoção, ele então viu algo no chão, de longe ele refletiu a luz do sol, se aproximando , o jovem curioso deu uma olhada afiada , reparando em seu tamanho e superfície.

Naquele momento tudo parecia estar parado!

O som não flui , não tinha barulho, de carros, motos ou dos passos das pessoas.

" O que é essa coisa no chão? "

Uma voz logo lhe assusta, dizendo em tom forte e intimidador.

" Ryu … "

Ele rapidamente se virou ! A rua estava normal.

Havia poucas pessoas ali, e ainda mais na direção que Ryu andava.

- Será que estou ouvindo vozes?

Ele deu de ombros, fechou seus olhos por um instante e sentiu algo bater suavemente em seus tênis.

Abriu seus olhos, olhando pro chão.

Ele logo se agacha, pegando uma estranha esfera roxa, parecia uma bolinha de gude.

Ele dá uma olhada afiada na pequena esfera, sua cor era forte como se fosse uma pedra preciosa, sua superfície era lisa , Ryu fechou sua mão e a colocou no bolso.

Ele era um jovem com cabelo arrepiado de cor preta, usando uma jaqueta barata azul forte, um abrigo escolar preto claro e uma camiseta também azul forte.

Em poucos instantes já estava de noite, a luz da lua clareava bem a rua enquanto Ryu continuava a caminhar.

" morar em uma cidade como souls city é uma grande porcaria, mas aqui, é onde tem menos eventos sobrenaturais! "

Neste mundo existem os quebrantados : criaturas que se guiam por instintos de violência, devorando qualquer pessoa viva em seu caminho.

Quando uma criatura dessas aparece todos chamam esse acontecimento de evento sobrenatural, pois esses monstros surgem de repente.

Ryu para em frente a uma casa velha meio torta, seu telhado era curvo, a pintura desgastada pelo tempo, os tijolos a vista estamos velhos grudados uns aos outros.

Ele havia andado por uma estrada de terra por quase uma hora, seu bairro era tranquilo com poucos moradores, ele abriu a porta adentrando, passou pela sala jogou seu casaco no chão, ele parou de andar, passou a mão pelo queixo e então disse para si mesmo.

" Cadê a minha mochila? Será que… não! … Com certeza, eu esqueci a mochila na escola ! "

- Deixa pra lá! Amanhã eu busco.

Ele suspirou, enquanto abre outra porta. Ele espia , uma senhora idosa estava dormindo. Ryu fechou a porta levemente sem fazer barulho, foi até uma estante de madeira e pegou uma chave e trancou a porta da frente. 

Havia um tapete que se estendia da porta principal a porta do único quarto da casa.

Entre o corredor tinha uma mesa pequena não ocupando muito o espaço, não havia cadeiras, o piso era de cimento puro, Ryu abriu uma portinha abaixo da estante - um armário quebrado com um espaço abaixo.

Ele retirou um cobertor, deitou-se no chão e dormiu.

Enquanto isso na cidade.

Um homem estranho andava sozinho, ele mexia seus lábios sem deixar um só som sair, seu rosto era tapado por uma cartola marrom, seu terno cor pastel se misturava à ilustre iluminação da rua quase se tornando parte daquele cenário.

Ele então vai se afastando cada vez mais e uma silhueta lhe seguia , ele percorreu uma rua rapidamente notando o olhar frio vindo de longe, ele vai andando até ver que estava encurralado, um beco sem janelas ou escadas de emergência!

- Nossa! Você já havia me notado, que incrível um quebrantado sentir o meu ' aspecto '.

- Não se aproxime de mim! Quem é você?

- Sabe, eu odeio quando vocês tentam fingir! Isso me incomoda ao ponto de querer vomitar.

Das sombras surge uma freira com uma pequena maleta em sua mão direita.

Seu olhar era gélido e feroz, e com pouca paciência.

- Anda logo e mostra que você realmente é!

Ele então para de parecer nervoso. Seus olhos ficam fixos e sérios, seu corpo então começa a mudar suas roupas se rasgam, assim como sua cartola. sua pele ficou azulada, seus olhos escuros, garras em suas mãos surgiram, ele pareceu engordar, e diversas bocas em sua cabeça se revelam assim como uma cauda de lagarto.

A freira, colocou sua mão sobre a própria cintura, sua roupa marcou levemente suas curvas, ela abriu a maleta retirando uma adaga.

A criatura atacou, entretanto, um brilho lhe cegou, e então um som aguda foi emitido, ele parou de correr, atrás dele a freira fechou a maleta, pegou um pacote do tamanho de uma Palma, abriu e puxou um cigarro , a criatura congelou de medo, e de repente se abriu ao meio.

- Todos acham que podem escapar de seus pecados!

Por um tempo ela ficou em um silêncio profundo em sua mente ela refletiu cansada.

" Não … na verdade , eu acho que muitos nem percebem que estão pecando… estar vivo ou morto não adianta nada! Se continuar errando, mesmo assim, tenho inveja das pessoas que podem pecar. Se encontrar em meio ao errado te dá liberdade, identidade, algo que te diz que você é único… ainda sim, é patético ser uma pessoa presa a este tipo de ato… "

Amanhecendo aos poucos, Ryu acordou, se levantou e guardou o cobertor, ele então foi ver a sua tia, ela estava acordada e olha para ele gentilmente.

- Bom dia Ryu , como está você?

- Bom dia tia, estou bem! Está melhorando?

- Sim,sim estou melhorando rápido, acho que já posso voltar a trabalhar de novo!

- Tia, por favor não brinca com esse assunto! A sua saúde é muito importante para mim.

Ela sorri.

Por um instante ela respirou fundo, e então falou.

- Meu querido, existem coisas que eu escondo de você!

- Tá e daí, todas as pessoas escondem coisas uma das outras, o que isso muda?

Ela ficou com uma cara desgostosa, franzindo suas sobrancelhas cinzentas.

- Bom, espero que você não me odeie pelo o que fiz…

Ela adormece aos poucos fechando os olhos, sua voz desapareceu completamente do ambiente. 

Ryu esperou ela acordar para lhe contar o resto, pois estava curioso. 

" O que ela esconde de mim? "

Ele então adormeceu, acordou a tarde. Ele tocou na mão de sua tia e ficou aflito, ele correu, gritou, chorou e implorou… ela estava fria, sem pulso, ela já havia falecido a algum tempo.

Ryu correu para o mais próximo da cidade possível…

Ele caminhou muito… até que parou em uma cabine telefônica.

A única frase que o atendente conseguiu ouvir entre o choro e soluços foi :

 

" A minha tia morreu! "

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