'Quais?!!'
Por respeito ao Grumpy e a sua determinação por cumprir o seu "papel" eu não gritei como gostaria, então perguntei da forma mais controlada que consegui. Sim isso aí foi o mais controlado que eu consegui.
[Podiamos utilizar o Grumpy como um chefe secreto ocasional ao usar a "alma" dele em um NPC.]
....
...
...
Ok desisto, qual a diferença entre fazer isso e usar ele como chefe?, e como assim NPC?.
[Faríamos com que a existência dele não fosse apenas para lutar, mas o transformariamos em um personagem, igual nos jogos. Mais especificamente ele seria o personagem que ocasionalmente auxilia os protagonistas quando entrar em um beco aparentemente sem saída. As vezes mostrando caminhos, as vezes ajudando nas lutas explicitamente e as vezes lutando contra eles.]
'Entao você basicamente quer usar o Grumpy como um personagem secreto ou coisa assim?'
[Algo nesse sentido sim. Dariamos um corpo fisico específico para ele igual ao npc/chefe secreto do segundo andar, e deixaríamos que ele mesmo decidisse quando, como e como agiria quando aparecece. A menos que você considerar que ele seje necessário em tal lugar, a tal hora. Além de dar permissão para entrar e sair do núcleo da masmorra sem necessariamente ter que ser derrotado.]
..... Não é uma ideia ruim, embora eu ainda sinta que falta alguma coisa.
'Mas como isso iria afetar meu "corpo" atual e tecnicamente meu corpo principal?. Minha existência foi criada para aquele corpo (o chefe do primeiro andar) específico, se eu deixar aquele corpo eu não iria basicamente deixar de existir?.'
Essa era uma das minhas dúvidas também.
[Geralmente sim. Mas nesse caso eu estou sugerindo que transformemos, ou se preferir, promovemos você de um chefe de andar para algo como um executivo da masmorra em si.]
'Isso é possível?'
[Dentro da masmorra e na área de influência qualquer coisa que você deseje é, tecnicamente, possível de se fazer.]
'Contanto que Autoridade seje o suficiente e certas condições sejam compridas?'
[Correto.]
...
.....
'Oque você deseja fazer Grumpy, se quiser também tem a opção de só limpar as suas memórias toda vez que você vier aqui igual aos mini Chefes assim você mau lembraria das vezes que for derrotado e assim o estresse em você seria diminuído.'
A bola de energia que apresentaria a alma do Grumpy ficou calado por um tempo, um tempo relativamente longo, até que finalmente decidiu.
'Eu...'
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POV Connor
Minha cabeça estava me matando.
Em toda minha vida eu só bebi álcool algumas poucas vezes, mas nessas poucas vezes uma em especial me fez ficar com uma terrível dor de cabeça, até hoje essa foi a única vez que fiquei de ressaca.
Mas a dor de cabeça que eu estava sentindo agora era muito pior que aquela vez, muito pior de quando eu ficava doente e mestre Diem e Kamila se revezavam para cuidar de mim.
Eu sentia como sem meus olhos tivessem pesos preoaaas deles só abrir eles já foi difícil e a luz quase me cegou quando finalmente conseguimos abrir. Precisei de alguns instantes deitado, piscando e olhando para o teto até perceber que eu conhecia e ainda assim não conhecia esse teto.
'Ah é, esse é o teto da cabana perto do lago'
Isso explicava o cheiro de pinho com um leve toque de limão que eu estava sentindo. Inspirando profundamente o cheiro eu sentia a dor do eu corpo diminuir mas a dor de cabeça continuava. Isso era estranho, geralmente aqui qualquer dor passava até que rapido.
'? Mas por que eu estou a–!!!!!!!'
Foi só então que eu lembrei, o ataque conjunto, as pedras, os goblins, o sangue, os bonecos de carne, Dele, e principalmente dos meus amigos.
Jogando a coberta pro lado, me levantei com o coração batendo ano peito e fui o mais rápido que consegui para porta. Foi uma sorte inesperada que meu corpo ainda estar debilitado e portanto mais lento, já que antes de eu chegar nela, a porta foi aberta e um dos suplbordinados do senhor Andreas entrou.
Ele me olhou surpreso e eu também, mas logo deixei a surpresa passar.
–Onde estão os outros?!!.
Só quando eu falei foi que ele saiu do próprio espanto, eu também fiquei um pouco espantado com o quão fácil minha voz saiu. Nem baixa, nem alta, e sem nenhum gaguejo mesmo eu tendo certeza que fiquei desacordado por um tempo.
–Esta tudo bem senhor Connor, seus amigos também estão aqui, olhe. – ele disse apontando para trás de mim.
Me virando eunvinque eu estava no maior quarto da cabana, mas ao invés de ter apenas uma cama enorme tinham outras 4 pequenas além da minha.
'Agira entendo o por que deu não ter reconhecido totalmente o lugar de imediato. Acho que só entro aqui umas 2 vezes desde que o mestre e eu descobrimos esse lugar.'
Pensei olhando brevemente o quarto antes de ficar meu olhar neles. Max e Mav estavam do lado esquerdo com as camas quase coladas e totalmente desacordados. Max estava bem melhor, se o "leve" ronco e o jeito que ele dormia podiam servir de indicativo. Já Mav ainda estava com alguns pontos escuros no rosto mas bem melhor que antes, e o nariz tinha sido colocado de volta no lugar com mais atenção que meu tratamento apresado.
Anna e Cali também estavam melhores, bom eu não lembro dela terem sofrido tantos ferimentos, mas pelo menos as duas pareciam estar dormindo sem porblemas.
Embora Cali pareia estar tendo um sonho particularmente ruim, pelo jeito que ela se movia levemente embaixo das cobertas. E Anna me preocupava um pouco já que ela quase não se movia, até mesmo as respiração da dela só faziam as cobertas se moverem muito levemente.
'Espero que isso indique que ela está sem recuperando bem.'
Sem a tabua de cristal não tinha como saber como os "status" deles estavam e depois que terminamos de usar ele se quebrou e sumiu, então só posso esperar que ela fiquem bem logo.
–Mais calmo agora, senhor Connor?.– só quando ele falou que lembrei que tinha mais alguém no quarto.
–Ah!, sim, desculpe por isso.– respondi bem constrangido pelo jeito como tinha agido agora pouco.
–Ah e não precisa me chamar de senhor, afinal o senhor é mais velho, Ah senhor Bern, não é?. – perguntei nervoso, não é algo confortável ter aguem que seria só uns anos mais novo que seu pai te chamando de senhor.
– Sim, obrigado por lembrar meu nome, e creio que eu não possa vlfazer isso, afinal o senhor é o representante do grupo dos seus amigos e vocês 5 são um dos mais responsáveis pelo sucesso dessa missão. – o homem, que concerteza deve ter passado um pouco dos 30 anos, respondeu de forma direta, gentil e firme.
'Sera que é assim que os servos dos nobres são?'
Não sei por que pensei nisso, mas algo nojeiot do senhor Bern me fez pensar nisso.
–So conseguimos isso por que todos ficaram segurando os goblins, se não fosse isso as coisas teriam dado errado muito rápido. Acredite eu sei disso. – respondi sendo totalmente sincero.
Nossa participação foi importante sim, crucial até isso não tem como negar, mas tudo isso foi um esforço contato de todos e tenho certeza que nós não fomos os mais importantes desse grupo de mais de 50 pessoas.
–Imagino, mas não me refiro só ah vocês terem derrotado os líderes dos goblins, gracas a vocês o número de goblins que tivemos que lidar foi menor que o esperado. Apesar do episódio com os bonecos de carne que ninguém poderia ter previsão é ingavelnaue o grupo de vocês foi oque mais contribuiu, ainda mais o senhor.
–N-nao nos–
Ele me interrompeu ao levantar a mão antes que eu pudesse responder.
–Isso não importa agora, e aqui não é o lugar para termos essa conversa. O senhor quer esperar até que eles acordem ou prefere se juntar aos demais representantes para discutir sobre como perseguir?
–Haã?, ah bem, uuoo!!!.
Foi só quando ele disse isso que eu percebi que ainda estavam cansado, acho que oque estava me deixando em pé era tanto a adrenalina do susto de não ter visto os outros com uma certa vergonha de ser elogiado. Mas agora que vi todos bem, e implicitamente que anmessao foi um sucesso, a energia que me mantinha de pé sumiu e eu quase caí com tudo no chão.
Sorte que o senhor Bern me segurou antes de eu chegar ao chão.
–Acho melhor o senhor descansar um pouco mais, vou avisar que o senhor acordou e pedir pra trazerem alguma coisa para o senhor comer. – ele disse me ajudando a voltar para a cama.
–Desculpe e obrigado.
–Nao precisa agradecer. Como eu disse, o senhor e seus amigos são os que mais ajudaram com tudo, isso é normal. – ele disse de virando e indo para a porta
–Ah só mais uma coisa!!. – dei um pequeno flgruto, mas não alto o suficiente para acorda-los
–Sim, pois não?.
–A quanto tempo estamos descordados?. – pode parecer meio idiota perguntar isso mas é importante, afinal tem um prazo para a Anna mostrar que conseguimos passar pelos goblins e "abrimos" o caminho para o suposto segundo andar.
–Nao muito tempo, se estivéssemos fora da Provação, certamente ainda estariam em coma por mais tempo. Mas aqui vocês, ou melhor o senhor até agora, se recuperaram em poucas horas acabou de dar 15 horas.
A missao de ataque rinahncoecado no começo da noite quando ainda tinha um pouco de sol, e toda luta deve ter durado mais ou menos até meia noite chutando por baixo, então nos, ou melhor eu, estive dormindo continuamente por volta de 14 horas?.
'Isso seria considerado rápido fora da Provação?'
Ainda bem que o senhor Bern já tinha saído quando pensei nisso, tenho certeza que meu rosto ficou preso em uma careta bem estranha.
